sexta-feira, 14 de julho de 2017

NATUREZA EM ALTA

O clima frio de inverno propicia diversas atividades ao ar livre, que estão cada vez mais desenvolvidas, e quem ganha com isso são os turistas

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Turismo rural, ecoturismo e esportes de aventura. Estas são algumas atrações para aproveitar o inverno em Santa Catarina. Com natureza em abundância, o Estado oferece passeios para todos os gostos e bolsos, que vão de caminhadas, trilhas e cavalgadas à observação de pássaros e baleias.


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E é também a região precursora do turismo rural no Brasil, que tem na cidade de Lages seu principal polo de atração. Quem busca esse tipo de atividade turística não pode perder a região serrana, onde diversos estabelecimentos oferecem a possibilidade de o visitante vivenciar o dia a dia caipira como se estivesse em uma fazenda produtiva local. Há também pousadas dedicadas às atividades ao ar livre, como caminhadas, passeios a cavalo e contemplação do meio rural.

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Para os mais aventureiros, a dica é buscar lugares equipados para a prática de tirolesa, pêndulo, rapel, arvorismo, escalada, entre outros. E, se preferir algo menos radical, opte pela canoagem, possível de ser feita em vários balneários, rios, lagoas e parques no interior de Santa Catarina. Além das atividades campestres – como participar das lidas campeiras, ordenha de animais, cavalgadas, passeios ecológicos e pesca –, o frio também é propício para visitar vinícolas, conhecer o processo produtivo e degustar vinhos da região. O principal do enoturismo fica no Vale do Contestado e na Serra Catarinense.


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E não é apenas o meio rural que atrai visitantes durante o inverno. Entre junho e novembro, centenas de baleias da espécie Franca deixam as águas geladas da Patagônia e vão dar à luz e amamentar seus filhotes na costa catarinense. Nesta época, a região que vai de Içara até Florianópolis se transforma em uma grande área de proteção ambiental desses mamíferos. Uma dica é ficar em Imbituba ou Garopaba, pois são praias onde as baleias costumam ser vistas com mais frequência. Já quem prefere a pescaria encontra baías, praias e costões propícios para a atividade. A pesca do robalo é uma grande atração na Baía de Babitonga, no litoral norte, enquanto as trutas dos rios de águas claras, em meio a vales e montanhas, chamam a atenção dos que buscam a pesca esportiva.

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Para aquecer, em meio à temperatura mais amena, nada melhor do que apreciar as delícias gastronômicas da região, como o pinhão e o churrasco fogo de chão, além dos vinhos catarinenses. Como o Estado é pequeno, a poucas distâncias é possível encontrar naturezas e geografias diferentes.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

TEMPEROS MISTURADOS

A gastronomia catarinense apresenta pratos com características de diversos países do Velho Continente. São iguarias que se mantêm tradicionais até hoje, mesmo com as tendências contemporâneas na culinária.

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Um Estado com muitas influências europeias. Assim é Santa Catarina. Ao longo dos anos, pessoas de diferentes nacionalidades ocuparam partes da região e a mistura dessas distintas origens moldou não apenas a cultura como também a gastronomia do Estado. Santa Catarina recebeu várias etnias, contudo, algumas se sobressaem: os descendentes de italianos representam 45% da população; os alemães, 35%; os açorianos, 8% e os poloneses, 5%. 

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As migrações europeias em Santa Catarina tiveram início, efetivamente, no século 18 com os portugueses das ilhas do Arquipélago dos Açores, enviados por Portugal para efetivar a ocupação do território catarinense e ainda resolver problemas de excesso de população da ilha de onde vinham.

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Em meados do século 19, foi a vez da chegada dos alemães. Eles adaptaram suas receitas aos ingredientes locais. Já os italianos chegaram perto de 1880, apresentando a culinária e as técnicas de conservas que fazem parte até hoje da cozinha de Santa Catarina. 


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A chegada dos estrangeiros incorporou à gastronomia local novos sabores. A maionese de batatas nada mais é do que a kartoffelsalad, salada de batata de receita trazida pelos imigrantes germânicos. Assim como em São Paulo, o macarrão – ou "a pasta" italiana – é largamente consumida em Santa Catarina. Da influência italiana (principalmente daqueles do norte da Itália) veio também a farinha de milho (fubá) para produção da polenta. 

Futuro garantido

Se até agora a influência estrangeira se manteve presente na gastronomia, como saber se ela não se perderá com o tempo? Será possível que as tradições sejam conservadas mesmo com as novas tendências da culinária? "Algumas coisas se perdem, é natural. Por exemplo, poucos descendentes de açorianos ainda usam a mandioca como principal guarnição. 


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Atualmente, Santa Catarina conta com muitos eventos gastronômicos que proporcionam ao turista uma oportunidade para saborear pratos típicos e dão uma ideia do alto impacto da influência europeia na culinária local. Festa do Pinhão, Oktobertanz, Tirolerfest, Festa da OvelhaFenaostra, Marejada e Oktoberfest são maneiras de relembrar as tradições e mantê-las vivas na memória da população.


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sábado, 10 de junho de 2017

CERVEJA PARA TODOS

As cervejas artesanais já são uma tradição em Santa Catarina. Aproveite esses roteiros para conhecer algumas das melhores do Estado.

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O Vale do Contestado está repleto de cervejarias e belezas naturais. Vale uma visita!
Para quem gosta de vinho, em Treze Tílias também há uma vinícola e em Videira, outras duas.

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O circuíto do Vale Europeu possui nove cervejarias que produzem pelo menos mais de um rótulo da bebida. No total, são 63 rótulos. Por isso, a visita terá que ser um pouco mais longa se quiser explorar toda a região.
Blumenau é a cidade com o maior número de cervejarias (quatro cervejarias) e de rótulos 34 ao todo.

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Rótulos dos Vales: 
Contestado 
• Canoinhas: Cervejaria Canoinhense - 4 rótulos
• Caçador: Cervejaria Patrona - 6 rótulos
Videira: Basement - 5 rótulos

Europeu
• Blumenau: Cervejaria Eisenbahn - 13 rótulos, 
                        Cervejaria Bierland - 13 rótulos,
                        Container British Beer - 5 rótulos, 
                       Wunder Bier - 3 rótulos
Gaspar: Das Bier (BrewPub) - 8 rótulos
Pomerode: Cervejaria Schornstein - 6 rótulos
Timbó: Cervejaria Bork - 4 rótulos
• Guabiruba: Kiezen Ruw - 6 rótulos




FAÇA COMO OS NATIVOS

Apreciar o melhor da culinária açoriana em Florianópolis é uma ótima opção para os dias sem praia e sol.



Se há algo que não combina com o verão é se fartar de comer: o corpo perde líquido e a capacidade de metabolizar gordura cai, a temperatura dos pratos briga com o calor ambiente e a culpa de ter deixado para o próximo verão a dieta e o exercício é petisco comum antes de toda refeição. Sendo assim, quando o assunto é comida, passado o verão é que a vida em Florianópolis fica melhor. É a chance de experimentar peixe com pirão sem suar e se refestelar à sombra depois do almoço. 


Em Florianópolis, come-se basicamente peixes e frutos do mar. Identificar turistas é fácil: pediu sequência de camarão? Turista. Comeu dúzias de ostras? Turista. A culinária tradicional da ilha, influenciada pelos portugueses das ilhas do Arquipélago dos Açores, que desembarcaram em Florianópolis no século XVIII, é conhecida por nativos e moradores, mas pouco explorada por visitantes. 


Os manés mais autênticos são fãs de banana frita na banha de porco, pirão de farinha de mandioca fina para acompanhar o peixe, taioba refogada, galinha caipira com mamão verde, fritada de ostra, fritada de berbigão (vôngole), batata doce cozida no caldo de feijão, carne com batata, cacuanga (uma massa feita com farinha de mandioca, fubá, ovos e açúcar, embrulhada em folha de bananeira), rosca de polvilho, bijus (ou beijus), cuscuz crocantes e consertada (bebida típica feita à base de café, cachaça e especiarias, ideal para as noites frias). Comer ensopado de berbigão no Rancho Açoriano e caldeirada de camarão no Samburá afasta a imagem de turista comum, ainda que não faça de todo turista um manezinho.


Em Ribeirão da Ilha, estão as maiores fazendas de cultivo de ostras e mariscos da cidade. É lá que se come as ostras mais frescas em restaurantes com vista para a Baía Sul e o Morro do Cambirela. Santo Antônio de Lisboa é a parte mais açoriana da ilha: um lugar bucólico, artístico e, também, boêmio. A caminhada entre os casarões preserva os ares de um Brasil português. Visitar a Casa Açoriana Artes e Tramóias Ilhôas é de lei e comer em um dos restaurantes à beira-mar, como o Freguesia Bar e a Marisqueira Sintra, ao pôr-do-sol é indispensável.


Foi só recentemente que a capital catarinense encontrou o ponto de equilíbrio entre dois extremos do turismo. Suas praias isoladas e quase selvagens foram descobertas por turistas aventureiros. O serviço se adequou ao novo padrão de consumo, mas a ilha conseguiu manter sua identidade com a convivência do provinciano e cosmopolita. Prova disso é a Costa da Lagoa, povoado isolado na margem interior da Lagoa da Conceição, acessível apenas por barcos. Apesar das lanchas que atracam nos restaurantes, o lugar preserva certo bucolismo com os montes cobertos de mata ao redor e água transparente para mergulhos. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

HERANÇA DOS TROPEIROS

A introdução do churrasco nos costumes do Estado remonta à época quando os tropeiros cruzavam a região. A proximidade com o Rio Grande do Sul também influenciou o costume.

Churrasco do Sul - Churrascarias merecedoras de belos elogios podem ser encontradas por todo o país. Na região podemos encontrar também o chimarrão, bebida feita com erva mate, vinhos, trazidos por italianos, o barreado, típico do Paraná, e as tortas de maçã de Santa Catarina:

Todo sábado, os hóspedes do hotel do Rio do Rastro Eco Resort se reúnem no Galpão Crioulo para vivenciar uma festa campeira, típica da região. O ritual ocorre há nove anos e é uma maneira de transmitir aos turistas um pouco das tradições da Serra de Santa Catarina. No centro das atenções está um prato que muita gente não sabe que é típico da região: o churrasco feito no fogo de chão. Herança da corrente migratória dos tropeiros, o churrasco segue presente não apenas nas festas catarinenses, como é prato corriqueiro nas casas da população. 

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No século XIX, o território catarinense era cortado por tropeiros que faziam a travessia de gado entre São Paulo e o Rio Grande do Sul. Durante as pausas rápidas para descanso, os animais eram abatidos para alimentar as tropas famintas e o churrasco era preparado em fogo de chão e temperado com cinzas. Este costume da preparação da carne na brasa aos poucos foi introduzindo-se à região.


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A influência dos tropeiros nos costumes culturais ocorreu naturalmente. Eles deixaram sua marca, sobretudo, na culinária local, que, além das interferências de fora, de colonos e imigrantes, também foi influenciada pela cultura serrana e campeira. Este é o caso do feijão-tropeiro, do arroz de carreteiro e, claro, do churrasco com chimarrão, influência da proximidade com os gaúchos, misturado ao uso do delicioso fruto das araucárias, o pinhão. 

Particularidades

Cada região de Santa Catarina prepara o churrasco de uma forma. Onde havia circulação de tropeiros, ele é preparado tradicionalmente. Peças grandes de carne de gado ou ovelha, no espeto de madeira assado direto na brasa ou no fogo de chão. Em outras regiões, como no litoral catarinense, muitas vezes, o churrasco é feito em filés com aproximadamente dois ou três dedos de espessura, que vão rapidamente ao fogo muito alto, o que deixa a carne macia e suculenta.



Uma das especificidades do churrasco catarinense é a carne fresca. A carne bovina é curtida no sal por aproximadamente 12 horas antes de virar um suculento churrasco. Quem participa do ritual do Rio do Rastro Eco Resort tem a oportunidade de provar a iguaria. "Maturamos a carne de boi em um dia e apenas no dia seguinte ela vai para o espeto", relata Ivan Cascaes, proprietário do hotel. Lá o churrasco é feito tanto na churrasqueira normal quanto no fogo de chão, que nessa época em que predomina o frio, serve também para as pessoas se aquecerem. Entre os acompanhamentos servidos está a tradicional paçoca de pinhão. 


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O típico churrasco catarinense contém carne bovina, salsichão, ave e, em alguns momentos, a carne suína. O preparo catarinense envolve deixar as carnes como aves e suínos em tempero de um dia para outro em uma vinha d'alhos. Esta herança é decorrência da influência da colonização italiana, que trouxe este costume para o preparo do churrasco catarinense. 


Churrasco não é tudo igual
Apesar da proximidade, a maneira catarinense de preparar a carne difere da gaúcha
Gaúcho 

 Temperado apenas com sal grosso.
 A costela é a carne predileta.
 Preparo em fogo de chão e assando as carnes mais afastadas do fogo, para que cozinhem devagar e fiquem macias.
 Servido pelo churrasqueiro no espeto diretamente ao consumidor à mesa.



Brasileiros | Brazilians # Gaúchos # Churrasco # Chimarrão:

Catarinense

 Peças grandes, geralmente, assadas em churrasqueiras, na grelha, mais próximas ao fogo para que sua cocção seja rápida, mantendo a carne macia e suculenta.
 Temperado em salmoura ou sal grosso. Também usam temperos variados, como vinha d'alhos.
 Nas festas de igreja, são servidos os filés americanos temperados em salmoura e assados na grelha, chamados chuletas.
 A carne é servida já cortada em pedaços menores ou lascas para as pessoas comerem durante o preparo da carne.



(Priscila Forone / Gazeta do Povo)




terça-feira, 16 de maio de 2017

ROTEIRO NA SERRA CATARINENSE

A Serra Catarinense é ideal para um roteiro de dois ou três dias. O local registra algumas das temperaturas mais baixas do Brasil e no inverno, se der sorte, é possível ver neve. A região compreende 17 municípios, a maioria com menos de 20 mil habitantes. Para conhecê-la, uma boa pedida é reservar hotel em Urubici ou São Joaquim.

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O que visitar
 Morro da Igreja, Pedra Furada e Cascata Véu de Noiva

A cerca de 30 km do centro de Urubici, o Morro da Igreja é o ponto habitado mais alto de toda a região sul do Brasil (1.822 m de altitude). Do alto, pode-se apreciar a Pedra Furada, cartão postal da Serra Catarinense. No caminho até o morro, vale a pena passar na Cascata Véu de Noiva, que possui uma queda de aproximadamente 62 metros. 


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 Gruta Nossa Senhora de Lourdes
Também em Urubici e rodeada por natureza, a gruta tem uma queda d'água de 10 metros de altura e uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes em seu interior. 


 São Joaquim
A cidade conhecida por suas maçãs, vinhos e neve tem cativado os turistas. Reserve um dia para passear pelas praças Cesário Amarante e João Ribeiro, onde está a Igreja Matriz (construída com pedra basalto), conhecer a escadaria Belvedere e visitar os museus Histórico Municipal e de Artes de São Joaquim. 


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Onde ficar

 Rio do Rastro Eco Resort - Bom Jardim da Serra
Localizado no cânion da Serra do Rio do Rastro, este resort oferece vista privilegiada da região. 


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 Serra Bela Hospedaria Rural - Urubici 
O hotel fica no caminho que leva às montanhas e cânions do Morro da Igreja. 

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

ENTRE MAR E MONTANHAS

Em Santa Catarina, as opções de passeios vão da praia agitada ao sossego da serra e se juntam a uma gastronomia diversificada e de primeira.

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A eclética Santa Catarina oferece opções de passeios tanto para quem procura praia quanto para os que buscam respirar o ar puro das montanhas. Com o clima esfriando, nada mais gostoso do que aliar turismo à gastronomia e aproveitar o friozinho para degustar pratos típicos, vinhos, cachaças e cervejas artesanais. A primeira providência a tomar ao planejar uma viagem para Santa Catarina é decidir qual parte do Estado vai visitar — e para isso a dicotomia entre mar e serra ajuda bastante. "Uma pequena distância, de apenas 40 km, separa o mar da serra. Isso é um diferencial muito grande. A paisagem muda completamente". 

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Ressalta também a diversidade cultural do Estado, devido à colonização por 23 etnias. Arquitetura, música, dança, gastronomia: tem um conjunto de produtos muito originais. O Estado está dividido em dez regiões turísticas que oferecem atrações para agradar os visitantes durante todo o ano. São elas: Grande Florianópolis; Serra Catarinense; Caminho da Fronteira; Caminho dos Príncipes; Caminho dos Cânions; Costa Verde e Mar; Grande Oeste; Encantos do Sul; Vale Europeu e Vale do Contestado.

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A ilha de Florianópolis, capital de Santa Catarina, é um dos destinos prediletos dos turistas, mas outras beldades do litoral não podem ficar de fora. A belíssima Praia do Rosa tem sido refúgio para aqueles que buscam descanso em meio à natureza e querem fugir das praias superpovoadas. Já Balneário Camboriú, por ser residência de milhares de estudantes universitários, agrada quem busca uma agitada vida noturna. 

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Mas, se a vontade pender para o clima de montanha, a Serra Catarinense está localizada a apenas duas horas de carro do litoral. E quem faz o trajeto ainda tem a oportunidade de apreciar lindas paisagens no caminho. Nesta região, ficam as famosas florestas de araucárias, além de rios, cachoeiras e vales. Entre as cidades mais conhecidas estão Bocaina do Sul, Urubici, São Joaquim, Lages, Bom Jardim da Serra e Urupema. 


No extremo sul do Estado, na divisa entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul, localiza-se o chamado Caminho dos Cânions, onde está o Parque Nacional de Aparados da Serra e da Serra Geral. O local é indicado para os amantes do ecoturismo. Os principais cânions estão nos municípios de Praia Grande, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande. Para conhecê-los, sugere-se que o viajante fique na cidade de Araranguá, que conta com boa infraestrutura hoteleira, ou em Sombrio, onde está a maior lagoa de água doce de Santa Catarina. 

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

ONDE FICAR E O QUE COMER EM FLORIANÓPOLIS

Dicas para comer e se hospedar bem na capital catarinense.


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Econômico

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Palm Beach Apart Hotel 
 
Brisamar Suite Hotel 

Intermediário 

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Pousada Pénareia

Pousada da Vigia

Pousada Vila Tamarindo Eco Lodge 

Luxo 

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Hotel Quinta da Bica D´ Água 
 
Costão do Santinho Resort & Spa 
 
Villabella Villaggio 

Albergues

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Floriparadise 

Hi Hostel Barra da Lagoa 

Gastronomia

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Pratos feito com frutos do mar são a sensação da gastronomia de Florianópolis. Não é para menos: a capital de Santa Catarina abriga o maior viveiro de frutos do mar do Brasil. Mas quem não quiser degustar as delícias típicas da cidade tem à sua disposição restaurantes das mais variadas etnias. Florianópolis se aproxima cada vez mais das grandes cidades, quando o assunto é opção de restaurantes.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

FLORIANÓPOLIS SEDIOU MAIOR EVENTO DE TURISMO LGBT DO MUNDO EM 2012

Convenção anual do International Gay and Lesbian Travel Association, evento de turismo especializado no segmento, foi na capital catarinense.

Nem só Copa e Olimpíada. O Brasil também sediou a convenção anual da IGLTA - International Gay and Lesbian Travel Association, em 2012. O encontro foi em Florianópolis.
A cidade foi escolhida graças ao programa de Apoio à Captação e Promoção de Eventos Internacionais da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo).
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Florianópolis, que foi eleita pelo jornal The New York Times como destino Party e LGBT de 2009, teve como concorrentes na disputa Berlim e Madri.
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Segundo dados da IGLTA, o turista LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) viaja em média 29 dias por ano e movimenta cerca de US$ 65 bilhões, nos Estados Unidos, em 2007. 
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